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Preços e Planos GeoCompliance

Um modelo de contratação proporcional ao risco, ao porte e à estrutura de cada ente público

O GeoCompliance foi estruturado para que cada município, câmara, fundo, autarquia ou consórcio público possa contratar uma solução compatível com sua realidade administrativa, seu volume de demandas e seu nível de maturidade em governança.

A lógica de preços é simples, transparente e proporcional: o valor considera o porte do ente público, o número de órgãos envolvidos e a complexidade da operação.

Na prática, o GeoCompliance não trabalha com um preço único para todos os clientes, porque cada gestão possui um cenário diferente. Uma prefeitura pequena, uma câmara municipal, um fundo de saúde, uma autarquia ou uma cidade de grande porte possuem volumes de processos, riscos e necessidades distintas.

Por isso, o modelo comercial foi organizado em camadas, permitindo que o gestor comece pelo essencial e evolua conforme sua estrutura pública amadurece.

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Como funciona a política de preços

O preço do GeoCompliance considera duas dimensões principais:

1. O valor por ente público
Cada órgão ou entidade pública com CNPJ, orçamento e responsabilidade própria pode ter sua própria contratação. Isso inclui prefeitura, câmara municipal, fundos municipais, autarquias, institutos e consórcios.

2. O número de entes contratados
A conta da cidade é formada pela multiplicação do valor de cada ente pelo número de entes que aderem à solução.

Em termos práticos:

Valor total da operação = preço por ente × número de entes contratados

Esse modelo respeita a realidade jurídica da Administração Pública, porque cada ente responde pelos próprios atos, pelas próprias contratações e pelas próprias decisões.

A prefeitura não compra para todos automaticamente. Câmara, fundos e autarquias podem ter autonomia administrativa, CNPJ próprio, orçamento próprio e responsabilidade própria.

Por que o preço é por ente

O GeoCompliance protege a decisão pública antes da assinatura.

Cada autoridade que assina, autoriza, homologa, contrata ou nomeia está exposta aos riscos da sua própria estrutura. Por isso, cada ente precisa ter sua própria camada de verificação, rastreabilidade e evidência.

O valor por ente torna a contratação mais justa e proporcional.

Um órgão menor, com menor volume de demandas, não precisa pagar como uma estrutura grande. Ao mesmo tempo, uma operação com mais órgãos, mais processos e mais risco exige uma estrutura maior de acompanhamento.

Esse modelo permite que o investimento acompanhe a complexidade real da gestão pública.

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O GeoCompliance não é apenas custo: é proteção institucional

O gestor público toma decisões sensíveis todos os dias.

São licitações, dispensas, inexigibilidades, contratos, aditivos, pagamentos, nomeações, fornecedores e relações administrativas que podem gerar questionamentos futuros.

O problema é que muitas dessas decisões são tomadas com base apenas na superfície: CNPJ ativo, certidões, documentos apresentados e informações básicas.

O risco real pode estar oculto em vínculos, sanções, histórico judicial, relações societárias, documentos vencidos, possível nepotismo, fornecedores recorrentes, indícios de conluio ou inconsistências que só aparecem quando os dados são cruzados.

 

O GeoCompliance reduz essa exposição ao entregar:

  • análise preventiva;

  • dossiê datado;

  • score de risco;

  • alertas;

  • trilha de auditoria;

  • evidências organizadas;

  • apoio técnico para procuradoria, controladoria e gestão.

 

O gestor continua decidindo.
O GeoCompliance ajuda a decidir com mais segurança.

O custo da prevenção é menor do que o custo do problema

Uma decisão sem verificação adequada pode gerar apontamentos, multas, responsabilização pessoal, desgaste político, paralisação de contratos, questionamentos de órgãos de controle e insegurança jurídica.

Por isso, o GeoCompliance deve ser entendido como uma apólice de diligência.

Assim como um seguro protege contra um evento que ninguém deseja enfrentar, o GeoCompliance protege a decisão pública por meio de verificação, documentação e rastreabilidade.

A grande diferença é que, no setor público, não basta agir corretamente. É necessário conseguir demonstrar que houve cuidado, método e diligência antes da decisão.

Planos GeoCompliance

O GeoCompliance possui três planos principais, organizados conforme a maturidade e a escala da gestão pública.

Castello — Proteção essencial

O plano Castello é a primeira linha de defesa da gestão pública.

Ele é indicado para estruturas menores ou para entes que desejam iniciar uma rotina de proteção, análise preventiva e rastreabilidade.

É o plano mais simples de explicar, mais direto de contratar e mais adequado para iniciar a proteção institucional da administração.

Indicado para:

  • prefeitura isolada;

  • prefeitura + câmara;

  • estruturas com 1 ou 2 entes;

  • municípios menores;

  • início da jornada de compliance público;

  • contratação mais objetiva e rápida.

 

Principal valor:

O Castello protege o essencial.

Ele permite que o gestor comece a verificar fornecedores, licitantes, contratos, vínculos e riscos antes de decidir, criando uma primeira camada de segurança para as decisões públicas.

Civitas — Governança organizada

O plano Civitas representa uma etapa mais madura da gestão pública.

Ele é indicado para municípios que possuem mais órgãos envolvidos, fundos, autarquias ou estruturas administrativas que precisam de uma rotina mais organizada de governança, análise e controle.

Cada ente mantém sua responsabilidade própria, mas a administração passa a contar com uma visão mais estruturada dos riscos.

Indicado para:

  • 3 entes ou mais;

  • prefeitura, câmara, fundos e autarquias;

  • cidades em crescimento administrativo;

  • estruturas que desejam organizar governança;

  • municípios que precisam ampliar o controle preventivo.

 

Principal valor:

O Civitas organiza a governança.

Ele ajuda a cidade a sair de uma atuação pontual e passar para uma rotina mais estruturada de análise, rastreabilidade e inteligência aplicada às decisões públicas.

Metropolis — Inteligência em escala

O plano Metropolis é voltado para estruturas públicas mais complexas.

Ele é indicado para cidades maiores, operações com alto volume de processos, múltiplos órgãos, necessidade de integração, automação, análise avançada e possível contratação por licitação.

Diferente dos planos de entrada, o Metropolis normalmente exige uma avaliação específica de escopo, porque o volume de dados, processos e integrações pode variar bastante.

 

Indicado para:

  • cidades acima de 50 mil habitantes;

  • estruturas com alto volume de compras;

  • municípios que ultrapassam o limite da dispensa;

  • operações com múltiplos entes;

  • necessidade de licitação;

  • integração com sistemas internos;

  • inteligência em escala.

 

Principal valor:

O Metropolis entrega inteligência em escala.

Ele é indicado quando o município precisa transformar o compliance público em uma operação estratégica, contínua e integrada à governança da cidade.

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​​Exemplo:
Uma cidade pequena pode iniciar apenas pela prefeitura.
Depois, pode incluir a câmara, o fundo de saúde, uma autarquia ou outros órgãos, conforme a maturidade da gestão.

Exemplos de composição

 

Exemplo 1 — Município micro

Prefeitura isolada em município de menor porte.

1 ente × R$ 1.890/mês = R$ 1.890/mês

Indicado para início pelo plano Castello.

Exemplo 2 — Prefeitura + Câmara

Município pequeno que deseja proteger os dois entes básicos da cidade.

2 entes × R$ 1.890/mês = R$ 3.780/mês

Indicado para Castello ampliado.

Exemplo 3 — Prefeitura + Câmara + Fundo

Município com estrutura mais organizada, incluindo fundo municipal ou autarquia.

3 entes × valor da faixa aplicável

Indicado para Civitas.

Exemplo 4 — Estrutura complexa

Município de maior porte, com múltiplos órgãos, alto volume de processos, integrações e necessidade de contratação mais ampla.

Indicado para Metropolis, com avaliação de escopo e contratação sob medida.

Formas de contratação

O GeoCompliance pode ser estruturado conforme a realidade jurídica e administrativa do cliente.

Dispensa por ente

É o caminho mais simples para a maioria das cidades pequenas e médias, desde que respeitados os limites legais aplicáveis.

Cada ente contrata o seu serviço, com sua própria responsabilidade e sua própria trilha de auditoria.

Registro de preços

Pode ser utilizado quando vários órgãos desejam participar de uma mesma estrutura de contratação, mantendo suas responsabilidades próprias.

Cada órgão participa ou adere conforme as regras aplicáveis.

Consórcio público

Quando várias cidades pequenas desejam contratar em conjunto, o consórcio público pode ser uma alternativa estratégica.

O consórcio possui CNPJ próprio e pode contratar em nome do grupo, criando escala regional e ampliando a capacidade de proteção.

Licitação

Para estruturas maiores, especialmente no plano Metropolis, a contratação pode exigir processo licitatório, principalmente quando o volume financeiro ou o escopo ultrapassa os limites da contratação direta.

Consultas incluídas e consultas extras

Cada contrato pode incluir uma franquia de consultas ou análises dentro do plano contratado.

Para a maioria das cidades pequenas e médias, essa franquia tende a cobrir a necessidade regular da operação.

Quando o volume de verificações ultrapassar a franquia contratada, poderão ser cobradas consultas adicionais, de forma transparente e proporcional ao uso.

Assim, quem utiliza uma estrutura básica paga pelo básico. Quem demanda mais volume, mais frequência ou mais complexidade, paga de forma proporcional.

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O valor para o gestor público

O GeoCompliance é vantajoso porque ajuda a reduzir a exposição de quem decide.

O prefeito, presidente de câmara, secretário, ordenador de despesa ou gestor de contrato precisa demonstrar que atuou com diligência antes de assinar.

Com o GeoCompliance, a gestão passa a contar com dossiês, trilhas de auditoria, evidências e alertas que documentam a análise realizada.

Isso não elimina a responsabilidade da autoridade pública, mas fortalece a qualidade da decisão e ajuda a demonstrar que houve cuidado técnico antes da assinatura.

Por que contratar

O GeoCompliance deve ser visto como investimento em proteção, governança e tranquilidade administrativa.

Ele ajuda a gestão pública a:

  • verificar antes de assinar;

  • reduzir riscos ocultos;

  • documentar a diligência;

  • apoiar procuradoria e controladoria;

  • proteger o ordenador de despesa;

  • fortalecer a transparência;

  • organizar a governança;

  • melhorar a qualidade das contratações;

  • criar uma rotina de monitoramento contínuo.


Em resumo: o GeoCompliance protege a decisão pública, organiza evidências e ajuda o gestor a decidir com mais segurança.

Confira os temas relacionados:

Conheça os principais pontos do GeoCompliance e entenda como a solução apoia a gestão pública na prevenção de riscos, na organização das contratações e na tomada de decisão com mais segurança, rastreabilidade e governança.

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Neste link, você retornará para a landing page da GeoCompliance ou poderá clicar nos links ao lado e abaixo para pesquisar mais sobre a abrangência e potencialidades da nossa solução, contemplando aspectos legais, funcionais, técnicos, contratuais e administrativos.

O GeoCompliance reúne ferramentas de análise, cruzamento de dados, alertas preventivos, score de risco e trilha de auditoria para apoiar decisões públicas mais seguras.
A solução permite verificar fornecedores, licitantes, contratos, vínculos e informações sensíveis antes da assinatura.

​A contratação do GeoCompliance pode ocorrer de forma simples e progressiva. A Geoplanet realiza o diagnóstico inicial, define o escopo com o cliente, estrutura a implantação e inicia a rotina de análises, dossiês e alertas conforme o plano contratado.

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Entenda como o GeoCompliance apoia a gestão pública na aplicação prática da Lei 14.133, fortalecendo a governança, a gestão de riscos, a rastreabilidade e a segurança nas contratações públicas.

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O GeoCompliance pode se conectar a sistemas internos, bases administrativas, portais, cadastros, fluxos de compras e dashboards, permitindo maior automação, eficiência e organização das informações.

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O GeoCompliance auxilia na identificação preventiva de vínculos sensíveis, relações familiares, nexo funcional e possíveis situações de nepotismo ou nepotismo cruzado, apoiando decisões mais impessoais e seguras.

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Municípios podem se organizar em consórcio para contratar o GeoCompliance de forma compartilhada, ganhando escala, padronização, governança regional e mais proteção em processos de contratação pública.

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A solução opera com foco em segurança da informação, finalidade, controle de acesso, rastreabilidade e uso responsável dos dados, apoiando análises de risco sem exposição indevida de informações pessoais.

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Veja as principais dúvidas sobre o GeoCompliance, seus planos, funcionalidades, implantação, integrações, LGPD, dossiês, alertas, contratação por ente e aplicação na rotina da gestão pública.

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